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Foi
a partir do século XV que o diamante foi caracterizado como
a jóia da noiva, a partir do momento em que o Arqueduque Maximilian
da Áustria presenteou Mary de Burgundy com um anel de diamantes
como um símbolo de noivado em Agosto de 1477. Ele pôs
o anel sobre o terceiro dedo de sua mão esquerda.Os
antigos egípcios acreditavam que neste dedo passava uma veia
que conduzia direto ao coração. Ela aceitou seu pedido
de casamento e assim nasceu o anel de noivado e compromisso.
Anteriormente, dos séculos XVII a XIX, usavam-se argolões
como anéis de noivado. No século XX, ficou em moda o
estilo "chuveiro", mais tarde o anel fieira. Depois o solitário,
o estilo mais usado atualmente.
A idéia de ligar os diamantes ao romance foi capturada em uma
campanha publicitária brilhante em 1940, fazendo aumentar expressivamente
a sua procura. Certamente você já ouviu falar sobre a
propaganda da De Beers dizendo que "Um diamante é para
sempre". Esta campanha publicitária, criada pela agência
N.W. Ayer em 1947, mudou o mercado dos diamantes. Em 2000, a revista
Advertising Age chamou a campanha de "o slogan do século
XX". A De Beers se infiltrou no Japão com a mesma campanha
em 1960 e o público japonês comprou a idéia, da
mesma forma que os americanos. Mais tarde, suas propagandas pediam
aos consumidores que guardassem suas jóias de diamantes e que
cuidassem delas como relíquia de família e funcionou.
Isso eliminou o mercado secundário, que mais tarde permitiu
que eles o controlassem. Sem pessoas vendendo seus diamantes de volta
para as joalherias ou para outras pessoas, a procura por novos diamantes
aumentou. Em 2001, foi lançado o anel com três pedras
“passado, presente e futuro”, que logo se tornou um presente
essencial em aniversários de casamento. O linha de jóias
“Journey”, de 2006, explorava o mesmo conceito, mas, em
lugar de transmitir sua mensagem com apenas três pedras, essa
linha tenta simbolizar o crescimento do amor pela disposição
ordenada de diversos diamantes, do pequeno ao grande. E, em 2004,
a De Beers tentou chegar a um setor então inexplorado do mercado
- as mulheres solteiras - com a campanha “anel para a mão
direita”, que encorajava as mulheres a comprarem diamantes para
elas mesmas.
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| Painel
na Estação Central em New York, idealizado pela
De Beers com 25 mil rosas naturais. O objetivo foi promover
os diamantes, causando nas pessoas a idéia de que eles
são para sempre e são um ótimo presente,
ao contrário das rosas, que não duram: com o passar
dos dias as pétalas estarão murchas e caídas
no chão. |
Mais
tarde, suas propagandas pediam aos consumidores que guardassem suas
jóias de diamantes e que cuidassem delas como relíquia
de família e funcionou. Isso eliminou o mercado secundário,
que mais tarde permitiu que eles o controlassem. Sem pessoas vendendo
seus diamantes de volta para as joalherias ou para outras pessoas,
a procura por novos diamantes aumentou.
A De Beers continuou a persuadir o público a adquirir diamantes,
no século 21. Em 2001, foi lançado o anel com três
pedras “passado, presente e futuro”, que logo se tornou
um presente essencial em aniversários de casamento. O linha
de jóias “Journey”, de 2006, explorava o mesmo
conceito, mas, em lugar de transmitir sua mensagem com apenas três
pedras, essa linha tenta simbolizar o crescimento do amor pela disposição
ordenada de diversos diamantes, do pequeno ao grande. E, em 2004,
a De Beers tentou chegar a um setor então inexplorado do mercado
- as mulheres solteiras - com a campanha “anel para a mão
direita”, que encorajava as mulheres a comprarem diamantes para
elas mesmas. |