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| Terceira
Parte:
O Caso Roswell reaberto
No
prazo de um mês, todos os participantes da operação
são transferidos para outras bases. O caso havia sido
abafado. Em 24 de setembro, o presidente Truman cria a ultra-secreta
operação Majestic 12, com a finalidade de explorar
o que acontecera em Roswell. Já no fim de outubro de
1947, o general Schulgen do Pentágono faz um memorando
secreto, incumbindo às Forças Armadas a função
de compilar todas as informações existentes sobre
os discos voadores. Essa é uma forte evidência
de que o governo mentiu quando disse que o objeto acidentado
era um balão meteorológico.
Em
1978, trinta e um anos depois do episódio, o ufólogo
e físico nuclear Stanton Friedman localiza Jesse Marcel,
já aposentado da Força Aérea Americana,
e o entrevista sobre o Caso Roswell. O silêncio finalmente
estava rompido: Jesse Marcel resolveu então falar para
o mundo tudo que sabia sobre o caso. Segundo disse aos investigadores,
ele estava convencido que os destroços exibidos em Fort
Worth não eram os destroços que ele havia recolhido.
Revelou que as fotos que tirara para a entrevista coletiva no
dia seguinte, com os fragmentos do balão, foram feitas
contra sua vontade, por ordens de oficiais superiores. Roswell
era na época a base para a unidade da bomba atômica
americana, e Jesse Marcel era o oficial de informações.
Ele sabia que os destroços com que lidara não
eram os de um balão. Na verdade, não se pareciam
com nada que tivesse visto antes. A quantidade de material no
local era absolutamente maior que qualquer balão pudesse
produzir, e o material espalhara-se por uma superfície
de mais de 1200 metros, indicando que o objeto teria explodido
antes de atingir o chão, enquanto se deslocava em alta
velocidade. “Ficou bem óbvio para mim”, explicou
ele, “que estava acostumado com atividades aéreas,
que não se tratava de um balão meteorológico
nem de um avião ou míssil.”.
Nos 16 anos
seguintes foram editados 5 livros, baseados no depoimento de
testemunhas do caso. A imprensa pôde também se
manifestar, de forma que os jornais e emissoras de rádio
e TV não pararam mais de explorar o assunto.
Apesar do caso
Roswell ter acontecido há muito tempo atrás, e
muitas das principais testemunhas estarem mortas (algumas mortes
de testemunhas-chave aconteceram sob circunstâncias misteriosas),
o nível de minúcia e de qualidade das pesquisas
realizadas significa que a maior parte dos investigadores estão
convencidos em um achado OVNI espetacular, e adiciona à
enorme quantidade de evidências as quais indicam que os
governos do mundo todo ainda teimam em deixar o público
em geral no escuro. |
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A polêmica foto do
desmentido oficial

Stanton Friedman publicou mais tarde,
no livro "Top Secret/Majic", o que seriam evidências
documentais da existência de um grupo governamental clandestino
dedicado exclusivamente a acobertar o incidente de Roswell. Este grupo,
constituído por doze pessoas e chamado de Majestic-12, coordenaria
todos os estudos secretos sobre os destroços e os corpos de alienígenas
recuperados.
Outra
suposta evidência documental de que os destroços encontrados
em Roswell eram mesmo de uma nave alienígena estaria nesta foto
polêmica, do General Ramsey e um de seus oficiais junto com os
destroços. A tecnologia moderna permitiu ampliá-la várias
vezes. Com o trabalho minucioso de especialistas, foi possível
distinguir algumas palavras e frases no papel que o comandante segurava.
Entre elas, ficaram evidente as expressões: "e as vítimas
dos destroços" e "no disco eles vão embarcar".
As figuras abaixo permitem mostrar a aproximação realizada
pelos perits nessa análise.
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