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CASO VARGINHA 1996 - Cidade de Varginha, Minas Gerais, Brasil |
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Às 15 horas e 30 minutos do dia 20 de janeiro, as irmãs Liliane Fátima Silva (16) e Valquíria Aparecida Silva (14), junto com a amiga Kátia Andrade Xavier (22), avistam uma criatura num terreno Baldio no bairro Jardim Andere, próximo a uma oficina mecânica, na cidade de Varginha. Segundo so depoimentos dados pelas jovens, a criatura tinha pele marrom viscosa, olhos imensos de cor vermelha, e três protuberâncias na parte superior da cabeça que era bastante volumosa. Não notaram sinais que indicassem a existência de boca ou nariz. Muitas veias saltadas, principalmente nos ombros, e seus pés eram proporcionalmente grandes. Parecia não se sentir bem, dando a impressão de estar entorpecido. Elas tomaram um grande susto, deixando o local em disparada. A mãe da Liliane e de Valquíria, Luiza Helena da Silva, 38 anos, juntamente com os vizinhos, socorrerem as jovens, e quando retornaram ao local, não encontraram a estranha criatura relatada por elas. Às 20h, dois policiais militares do serviço de inteligência capturaram uma segunda criatura, que parecia estar entorpecida, no mesmo bairro da cidade. Um dos policiais que participaram da captura, Marco Eli Chereze, veio a falecer 26 dias depois do ocorrido, em 15/02/96.
A causa de sua morte custou a ser revelada oficialmente à família do policial. O assunto estaria sendo tratado como confidencial pela Polícia Militar. Cedendo às pressões da família, finalmente o atestado de óbito veio a público. O registro de morte acusou a "presença de granulações tóxicas finas em 8% dos neutrófilos -- discreta poiglilocitose -- presença de vacúolos citoplasmáticos". Trocando em miúdos: havia 8% no sangue de um um elemento tóxico e que atacou seus glóbulos vermelhos. Três dias depois, as duas criaturas capturadas foram conduzidas à Universidade de Campinas (UNICAMP). |
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