CASO VARGINHA

1996 - Cidade de Varginha, Minas Gerais, Brasil

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Coisas estranhas rondavam o céu no início do ano de 1996 na região sul do Estado de Minas Gerais. Várias ocorrências de objetos estranhos foram identificadas em radares espalhados por todo o país.

O casal Eurico Rodrigues de Freitas e Oralina Augusta de Freitas

Em 13 de janeiro, o piloto de ultraleve Carlos de Souza estava dirigindo um veículo pela estrada Fernão Dias, quando avistou um objeto voador em chamas atravessando o céu. Ele acompanhou o objeto com o olhar até que ele desapareceu atrás de um morro na fazenda Maiolini, após 10 quilômetros do trevo de Varginha. Caminhando até o local, viu, surpreso, vários destroços metálicos sendo recolhidos por militares. No local, havia também dois caminhões, uma ambulância militar e um helicóptero.

Carlos foi advertido para que se retirasse do local, tendo sido seguido depois por um militar que o advertiu para que esquecesse o que viu naquele dia. Com o andamento das inestigações, testemunhas militares também revelaram ter visto chegar à Escola de Sargentos das Armas dois caminhões carregando os fragmentos metálicos referidos por Carlos.

Episódio semelhante aconteceu no dia 20, uma semana depois, num sítio situada a 10 Km da cidade de Varginha, Oralina Rodrigues de Freitas, 37 anos, acordou o marido para mostrar-lhe um objeto em forma de cilindro e de aspecto metálico atravessando o céu da fazenda. Voava baixo e parecia ter sido avariado, soltando o que parecia uma fumaça branca.

Naquele mesmo dia, por vota das 8h30min da manhã, várias pessoas ligaram para o Corpo de Bombeiros relatando terem avistado um "bicho estranho" na área. Às 10h30min a primeira criatura foi capturada no bairro Jardim Andere. Foi utilizada uma rede de couro na captura da criatura, e posteriormente colocada em uma caixa de madeira com inúmeros furos. A partir daí, foi levada em um caminhão do Exército até o Hospital Regional do Sul de Minas, situado no centro da cidade de Varginha, e horas depois transferido para o Humanitas, onde acabou por falecer.

Às 15 horas e 30 minutos do dia 20 de janeiro, as irmãs Liliane Fátima Silva (16) e Valquíria Aparecida Silva (14), junto com a amiga Kátia Andrade Xavier (22), avistam uma criatura num terreno Baldio no bairro Jardim Andere, próximo a uma oficina mecânica, na cidade de Varginha. Segundo so depoimentos dados pelas jovens, a criatura tinha pele marrom viscosa, olhos imensos de cor vermelha, e três protuberâncias na parte superior da cabeça que era bastante volumosa. Não notaram sinais que indicassem a existência de boca ou nariz. Muitas veias saltadas, principalmente nos ombros, e seus pés eram proporcionalmente grandes. Parecia não se sentir bem, dando a impressão de estar entorpecido. Elas tomaram um grande susto, deixando o local em disparada. A mãe da Liliane e de Valquíria, Luiza Helena da Silva, 38 anos, juntamente com os vizinhos, socorrerem as jovens, e quando retornaram ao local, não encontraram a estranha criatura relatada por elas.

Às 20h, dois policiais militares do serviço de inteligência capturaram uma segunda criatura, que parecia estar entorpecida, no mesmo bairro da cidade. Um dos policiais que participaram da captura, Marco Eli Chereze, veio a falecer 26 dias depois do ocorrido, em 15/02/96.

 

 

 

 

 

 

 

O soldado Marco Eli Chereze, que veio a falecer após o contato com a criatura.

A causa de sua morte custou a ser revelada oficialmente à família do policial. O assunto estaria sendo tratado como

confidencial pela Polícia Militar. Cedendo às pressões da família, finalmente o atestado de óbito veio a público. O registro de morte acusou a "presença de granulações tóxicas finas em 8% dos neutrófilos -- discreta poiglilocitose -- presença de vacúolos citoplasmáticos".

Trocando em miúdos: havia 8% no sangue de um um elemento tóxico e que atacou seus glóbulos vermelhos. Três dias depois, as duas criaturas capturadas foram conduzidas à Universidade de Campinas (UNICAMP).

   

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